Presidente da Comam destacou importância do debate e da segurança sobre a água fornecida em Campo Grande durante Audiência Pública

A Comissão do Meio Ambiente (Comam) realizou Audiência Pública sobre a qualidade da água fornecida pelas concessionárias de Mato Grosso do Sul, na noite de quarta-feira (20), no plenário do conselho.

Estiveram presentes no debate representantes da Vigilância Sanitária Municipal e Estadual, Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos, Tribunal de Contas do Estado, Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano, Universidade Federal da Grande Dourados, Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul, Uniderp, Procon Municipal de Campo Grande, Controladoria Municipal de Campo Grande, advogados, acadêmicos e técnicos de diversas áreas.

O Coordenador das Comissões, Daniel Pasqualotto, parabenizou o trabalho da Comissão e destacou a importância de eventos como este. “Como é importante que nós enquanto instituição possamos abrir nossa casa para receber a sociedade civil organizada e debater assuntos de extrema importância como no caso de hoje, para tratar da qualidade da água que é distribuída no município de Campo Grande, nós quando fazemos este trabalho somos porto e farol da sociedade e este trabalho invariavelmente se dá por meio das comissões. O evento de hoje foi grandioso e muito bem conduzido pela Comissão do Meio Ambiente, e gostaria de parabenizar a Comissão e o Presidente Arlindo Muniz”.

O Presidente da Comissão, Alindo Muniz, ficou satisfeito com os resultados apresentados pelas autoridades presentes. “O debate foi esclarecedor e trouxe segurança à população de Campo Grande e do Estado de que a água que consumimos atende aos Padrões de Potabilidade exigidos na legislação. Esta constatação se deu não só pela ampla exposição feita pelas concessionárias, mas também pela exposição dos órgãos de controle que revelaram uma efetiva atuação no controle e fiscalização da qualidade da água, o que trouxe efetiva segurança relativo ao comprimento da legislação”.

Arlindo Muniz também reitera que há mais trabalhos a fazer. “Foi deliberado a Comam trabalhar em uma evolução legislativa para buscar expandir os parâmetros de análise, com objetivo de detectar elementos que hoje não são analisados e que merecem ser monitorados.”

 

 

Texto e fotos: Raissa Quinhonez