Conforme o subsecretário, os bandidos conheciam o endereço comercial e residencial de Wadih, o trajeto que faz diariamente e o carro que usa para levá-lo para a sede da Seccional da OAB-RJ. A informação chegou ao conhecimento da polícia no fim de maio, pelo Disque-Denúncia.
Ainda conforme o secretário, num bar nas proximidades da Universidade Gama Filho, dois homens conversavam sobre um suposto esquema destinado a assassinar Wadih. Nesta semana um dos seguranças contratados para proteger Wadih anotou o número da placa de um carro que seguia o presidente da Ordem logo após ele sair da Seccional. A informação já está em poder das autoridades policiais desde a última segunda-feira (22).