O presidente da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil, SeccionaL Mato Grosso do Sul (OAB/MS), José Evaristo Freitas Pereira, junto do vice-presidente Fernando Larangeira e demais membros da comissão, estiveram reunidos com o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Waldir Ribeiro Acosta e com o tentente-coronel Voltaire Flamarion Garcia Diniz para avaliarem propostas de trabalho em conjunto.
Segundo o presidente José Evaristo, a reunião foi satisfatória para ambos, Ordem e PM. “A reunião teve por objetivo discutir assuntos relacionados à segurança pública estadual e estratégias para maximizar o atendimento a população sul-mato-grossense. Fazendo uso de situações do cotidiano social, foram elencados fatores e medidas de contribuição mútua para potencializar os resultados positivos para a segurança pública”.
Evaristo disse ainda que apesar de estarem lado a lado, buscando justiça e igualdade, na hora da autuação, muitas vezes há embate entre os protagonistas: polícia e advogado. “Muitas vezes, na hora de alguma ocorrência, os policiais não observam as prerrogativas dos advogados, gerando enfrentamentos desnecessários”, avaliou.
Na reunião foi acordado que a partir dos próximos cursos de formação a carreiras militares (cabo, sargentos e oficiais), haverá uma disciplina específica, em forma de palestra, com o nome: “Prerrogativas dos Advogados”, que será ministrada por advogados.
“É uma grande conquista para nós advogados essa inclusão dentro do curso de formação dos PM, uma vez que, a partir daí, há esperança de respeito mútuo, e consequentemente melhoria na prestação de serviços de ambos profissionais”, refletiu José Evaristo.
Já o vice-presidente Fernando Larangeira, informou que dentre as próximas ações da comissão, uma delas está em idealizar um evento que una as duas categorias e analisou a importância do encontro.
“Muito importante a participação da OAB no processo de formação do policial militar. A PM nada mais está tendo a sensibilidade de dar espaço à ordem para que realize sua função de é garantia das prerrogativas, que é um instrumento de preservação da cidadania; por outro lado, a policia militar abre espaço para que os advogados conheçam mais o trabalho do policial militar, que deve ser firme, apesar do dever de respeitar direito”, disse Larangeira.


