Sobre a implantação do “Toque de recolher”, medida que já está em vigor nos municípios de Fátima do Sul, Jateí, Vicentina, Selvíria e Nova Andradina (que proíbe menores de 18 anos de permanecerem na rua após as 22 horas), conforme Fábio Trad, mesmo contrariando dispositivo constitucional que assegura “o direito de ir e vir” para todos os cidadãos, diz que a mesma é indispensável para a redução da violência envolvendo menores.
“Toda e qualquer ação que objetiva a preservação da vida, a proteção da criança e do adolescente tem o apoio da OAB-MS”, declarou, acrescentando que outras medidas são igualmente necessárias para que a violência não continue seduzindo a juventude do Estado.
Rodovia da morte – A duplicação da BR-163, que demanda Campo Grande (MS) a Cuiabá (MT), conforme protocolo de intenções firmado entre a OAB-MS e as grandes potências maçônicas do Estado, é o mais recente movimento encabeçado pela entidade também em favor da vida.
Com fluxo estimado em 25 mil veículos, sendo 70 caminhões, 19,3% carros de passeio, 9,1% utilitários e 1,6% ônibus, a rodovia, devido sua grande importância para o Estado, necessita de tratamento especial por parte do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).
“Precisamos cobrar do DNIT o mesmo tratamento que está sendo dispensado ao Estado de Mato Grosso. Lá, a recuperação deixou de ser objeto de discussão como acontece agora em Mato Grosso do Sul. Ação como a duplicação da rodovia é tudo que precisa ser feito para a minimização da violência na 163”, argüiu Fábio Trad, mencionar que para tanto é imperativo a união da classe política estadual.