Diretoria da OAB/MS e Conselheiros Federais participam do I Fórum Processual Civil

A Diretoria da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), juntamente com os Conselheiros Federais estiveram presentes na manhã desta sexta-feira (17) no I Fórum Processual Civil, organizado pela Comissão de Estudos do Novo CPC.

Participaram do Fórum o Presidente da OAB/MS, Mansour Elias Karmouche; o Secretário-Geral Stheven Razuk; o Diretor-Tesoureiro Marco Rocha; o Conselheiro Federal e Vice-Presidente da Escola Nacional da Advocacia Luis Claudio Alves (Bito) Pereira; o Conselheiro Federal e Vice-Presidente da Comissão Nacional da Advocacia Jovem, Vinícius Monteiro Paiva.

O Presidente Mansour Elias Karmouche fez a abertura do evento. Ele parabenizou a Comissão pela organização do Fórum e agradeceu a presença de todos. “É um imenso prazer receber todos vocês neste primeiro Fórum Processual Civil, que conta com vários painéis de debates sobre esse tema de suma importância. Vocês nos inspiram a fazer esse trabalho, a trabalhar pela advocacia e pela sociedade sul-mato-grossense”.

Mansour destacou sobre a necessidade de aprimoramento e maior conhecimento do tema. “O novo CPC nos remete a um novo pensamento, a uma nova reflexão, inclusive, da não dependência exclusiva do próprio Poder Judiciário para a resolução dos nossos problemas. Esse é um grande desafio da contemporaneidade. Nós temos que conduzir os nossos pares a um novo caminho. Entender o CPC é necessário, mas, acima disso, novos caminhos. Aprimorar e resolver os problemas de quem nos procuram e da sociedade, com métodos alternativos. Esse é uma preocupação diária”.

“Conhecimento é o que faz as pessoas se tornarem grandes. A pior coisa é a ignorância. O nosso desafio, enquanto instituição, é levar conhecimento e reflexão para que possamos ter um ambiente e um mundo melhor”, concluiu o Presidente da OAB/MS.

Serão três painéis na manhã desta sexta-feira que vão debater “Fixação Judicial dos Honorários Sucumbemciais”, “Impenhorabilidade no Processo de Execução” e “Aspectos polêmicos das ações de família”.

 

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