Comissão do Novo Advogado inicia projetos de atenção aos novos profissionais

Com a sua diretoria já definida, a Comissão do Novo Advogado começa a trabalhar em torno dos seus projetos de atenção aos novos profissionais que chegam aos quadros da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul. A comissão é presidida por Leandro Alcides de Moura Moura, tendo como vice-presidente, Guilherme Frederico de Figueiredo Castro; secretária-geral, Elainy Garcia Ferreira de Freitas Carvalho; e como secretária-geral adjunta, Samira Anbar.

O colegiado já teve duas reuniões, sendo uma ordinária e outra extraordinária, onde foram estabelecidas algumas ações a serem desenvolvidas nos próximos meses. Segundo Leandro Moura Moura (foto), entre essas metas merecem destaque as atividades visando a integração dos novos advogados do interior do Estado com os da Capital. Além disso, há o propósito de buscar junto ao Poder Judiciário, parceria com vistas à contratação de novos advogados como conciliadores nos Juizados Especiais e órgãos administrativos.

Ao comentar essa proposta, o presidente da comissão afirmou que “acreditamos que tal parceria possa propiciar mais qualidade na prestação da tutela jurisdicional, por ser o advogado o profissional mais indicado para conduzir a conciliação das partes, evitando a litigiosidade”. Ainda segundo ele, “também é uma forma de aumentar o mercado de trabalho para o novo advogado que, sem dúvida, encontra algumas dificuldades no início de sua carreira na advocacia”.

Paralelamente, de acordo com o que foi adiantado pelo vice-presidente Guilherme Frederico de Figueiredo Castro, a comissão pretende buscar junto aos escritórios de advocacia no Mato Grosso do Sul, adesões ao programa Banco de Estágio/Emprego da OAB-MS, “estimulando a contratação de novos advogados, com remunerações condizentes com a nobreza da profissão”.

Outro tema em pauta, conforme debatido na reunião extraordinária da comissão, é a alteração do regimento interno do grupo. “O regimento antigo da Comissão do Novo Advogado está extemporâneo às necessidades e realidades de uma administração mais moderna e producente”, justificou Leandro de Moura Moura.

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